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Mostrando postagens com o rótulo Comentário Devocional
  A Espiral da Sabedoria — Estudos Bíblicos Capítulo 6 — Salmo 6: o choro que Deus recolhe O Salmo 6 abre com uma súplica que revela a profundidade da dor: "Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor." A palavra hebraica para repreender, yakach, é a mesma de corrigir, disciplinar. E o detalhe precioso: o peregrino não nega a sua culpa, mas pede que a disciplina venha com misericórdia. E o pedido continua: "Tem misericórdia de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados." O peregrino que caminha para a Casa de Deus aprende que a dor é real, e que ela não é escondida de Deus, é apresentada a ele. O salmo revela a fraqueza com honestidade: "A minha alma também está muito perturbada; mas tu, Senhor, até quando?" E o detalhe precioso: "Volta-te, Senhor, e livra a minha alma; salva-me por causa da tua benignidade." O peregrino aprende que a fraqueza não é escondida, é confessada. E o d...
  A Espiral da Sabedoria — Estudos Bíblicos Capítulo 5 — Salmo 5: a manhã que começa em Deus O Salmo 5 abre com uma decisão que define todo o dia do peregrino: "Dá ouvidos às minhas palavras, Senhor; atende à minha meditação." A palavra hebraica para meditação, hagig, é a mesma de murmúrio, ponderação. E o detalhe precioso: o peregrino apresenta a Deus não apenas as palavras, mas a meditação, o que está no coração. E a decisão continua: "Pela manhã ouvirás a minha voz, ó Senhor; pela manhã apresentarei a ti a minha oração e vigiarei." O peregrino que caminha para a Casa de Deus aprende que a manhã não é apenas o início do dia, é o encontro com Deus. O salmo revela a santidade de Deus: "Porque tu não és Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal." E o detalhe precioso: "Os loucos não pararão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a maldade." O peregrino aprende que a santidade de Deus não é um conceito abstrato, é uma ...
  A Espiral da Sabedoria — Estudos Bíblicos Capítulo 4 — Salmo 4: em paz me deitarei e dormirei O Salmo 4 abre com um clamor que revela a intimidade do peregrino: "Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia me deste largueza; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração." A palavra hebraica para largueza, merchab, é a mesma de espaço, alívio. E o detalhe precioso: na angústia me deste largueza. O peregrino que caminha para a Casa de Deus aprende que Deus não apenas ouve, ele dá espaço, alívio no meio da angústia. E o clamor continua: "Tem misericórdia de mim e ouve a minha oração." O salmo mostra a advertência aos que se opõem: "Filhos dos homens, até quando convertereis a minha glória em infâmia? Até quando amareis a vaidade e buscareis a mentira?" A palavra hebraica para vaidade, riq, é a mesma de vazio, futilidade. E o detalhe precioso: até quando amareis a vaidade? O peregrino aprende que a vaidade e a mentira são um caminho vazio,...
A Espiral da Sabedoria — Estudos Bíblicos Capítulo 3 — Salmo 3: a salvação que vem do Senhor O Salmo 3 abre com um retrato da adversidade que o peregrino enfrenta: "Senhor, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim." A palavra hebraica para adversários, tsar, é a mesma de opressores, angustiadores. E o detalhe precioso: são muitos os que se levantam contra mim. O peregrino que caminha para a Casa de Deus não nega a multidão, reconhece-a. E o pior é a palavra que os adversários dizem: "Muitos dizem da minha alma: não há salvação para ele em Deus." A multidão não apenas ataca, ela tenta roubar a esperança. E então vem a virada que revela a confiança: "Mas tu, Senhor, és um escudo ao redor de mim; a minha glória, e o que exalta a minha cabeça." A palavra hebraica para escudo, magen, é a mesma de proteção, defesa. E o detalhe precioso: ao redor de mim. O escudo de Deus não é apenas na frente, é ao redor, cercando o ...
A Espiral da Sabedoria — Estudos Bíblicos Capítulo 2 — Salmo 2: o Rei estabelecido sobre Sião O Salmo 2 abre com um retrato da rebelião humana: "Por que se enfurecem as nações, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes juntos conspiram contra o Senhor e contra o seu ungido." A palavra hebraica para enfurecer, ragash, é a mesma de agitar-se, tumultuar-se. E o detalhe precioso: os povos imaginam coisas vãs. O peregrino que caminha para a Casa de Deus aprende que a rebelião contra Deus é vã, porque ninguém pode derrubar o que Deus estabeleceu. E o grito dos rebeldes é precioso: "Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas." E então vem a resposta que revela a soberania de Deus: "Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles." A palavra hebraica para rir, sachaq, é a mesma de rir, brincar. E o detalhe precioso: aquele que habita nos céus se rirá. O peregrino aprende que a rebelião das nações não ...
A Espiral da Sabedoria — Estudos Bíblicos Capítulo 1 — Salmo 1: a árvore plantada junto aos ribeiros Uma pequena floricultura de bairro. Dois amigos, Rafael e Mateus, trabalham juntos. Rafael está desanimado, porque vê pessoas que fazem o mal prosperando enquanto ele, que tenta viver direito, passa dificuldades. Mateus, tentando consolar, diz que é melhor seguir o caminho mais fácil, já que o mal prospera. A dona da floricultura, Dona Helena, uma mulher sábia e experiente, ouve os dois e entra na conversa. Rafael: (regando um vaso, cabisbaixo) Mateus, eu não aguento mais. Eu vejo gente que faz o mal prosperando, enquanto eu tento viver direito e passo dificuldades. Será que vale a pena? Será que Deus não vê isso? Mateus: (concordando) É, Rafael... eu entendo. Se o mal prospera, melhor seguir o caminho mais fácil. A gente se esforça, e quem é desonesto leva vantagem. Dona Helena: (sentando-se devagar, com um regador na mão) Meninos, sentem aqui comigo. Vocês dois e...